DEFICIENTE INTELECTUAL
JOGO CAI NÃO CAI
O jogo cai não cai é feito com: garrafa pet, material de contagem, que pode ser gude, tampas de refrigerante e palitos de churrasco. Fazer vários furos com arame quente ou pistola quente, de um lado e de outro da garrafa; colorir os palitos de churrasco; selecionar o material de contagem das mesmas cores dos palitos de churrasco. Para montar o jogo coloca-se os palitos nos furos, em seguida o material de contagem.
O cai não cai estimula a atenção, motricidade, percepção visual, noção de cor e quantidade.
O objetivo do jogo é retirar as varetas sem deixar cair, por exemplo, a gude; o professor pode optar por cada criança escolher uma cor, e na sua vez de jogar só poderá puxar os palitos da cor escolhida, sem deixar a peça cair; poderá solicitar que a criança reconheça as cores; faça a contagem dos palitos de mesma cor, no total, a medida que for tirando, expressar quantos palitos tem em mãos, quantos estão presos na garrafa. O aluno deverá ter muita atenção para não deixar que as peças caiam.
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
domingo, 8 de setembro de 2013
RECURSO DE TECNOLOGIA ASSISTIVA PARA DEFICIÊNCIA FÍSICA
TESOURA ADAPTADA
Segundo Rita Bersh, em seu texto, Tecnologia Assistiva, Recursos e Serviços que promovem a Inclusão Escolar, o serviço de tecnologia assistiva na escola tem por objetivo prover e orientar a utilização
de recursos e/ou práticas que ampliem habilidades dos alunos com deficiência,
favorecendo a participação nos desafios educacionais. A tecnologia assistiva
pode ser um recurso facilitador, um instrumento ou utensílio que
especificamente contribui no desempenho nas tarefas necessárias e/ou desejadas
e que fazem parte dos desafios do cotidiano escolar. O serviço de tecnologia
assistiva na educação, portanto, possui perfil propositivo e busca resolver as
dificuldades dos alunos, encontrando alternativas para que eles participem e
atuem positivamente nas várias atividades propostas no currículo comum.
A tesoura adaptada, também chamada de tesoura mola, pode ser feita utilizando uma tesoura sem ponta, um arame em mola revestido com um cabo plástico em formato de arco, tornando-se um objeto pedagógico adaptado ao aluno com deficiência física que tem dificuldade, principalmente, na inserção dos dois dedos, comumente utilizados, nos círculos da tesoura, e de graduação de força; potencializando a habilidade na preensão de objetos maiores, apresentadas por alguns alunos, o formato em arco e a mola facilita e faz com que o indivíduo participe de atividades de recorte normalmente propostas em ambientes educacionais, intervindo também no desenvolvimento da sua coordenação motora.
REFERÊNCIA
REFERÊNCIA
BERSCH, Rita. Introdução à Tecnologia Assistiva. Texto complementar distribuído em cursos Tecnologia Assistiva. Disponível em www.assistiva.com.br, RS, 2006
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Reflexões sobre as atribuições do professor de AEE
O
curso Educação Especial, oferecido pela Secretária Municipal de Salvador em uma
modalidade à distância, em parceria com a Universidade Federal do Ceará, tem
principalmente contribuído no meu direcionamento às leituras de documentos
legais e/ou relevantes voltados à Inclusão, os quais tinha arquivado em meu
computador, porém ainda não havia lido por uma questão de disponibilidade e
disciplina pessoal; levando-me a descoberta de novos documentos a partir das
minhas pesquisas para realizar as atividades propostas.
A
leitura dos textos tem me feito obter conhecimentos mais aprofundados,
embasados e sólidos sobre as teorias que regem a Inclusão Escolar, como ocorreu
quanto à assimilação das atribuições do professor de AEE na SRM; já atuei como
professora do AEE em centro especializado, possuindo uma noção sobre a prática
e uma ciência, mais superficial, da minha função. Havendo o acréscimo na
compreensão de que as atribuições desse professor vão além do que eu imaginava,
como a sua atribuição registrada no art.13, da Resolução nº 4, de 2 de
outubro de 2009: I – identificar, elaborar, produzir e organizar
serviços, recursos pedagógicos, de acessibilidade e estratégias considerando as
necessidades específicas dos alunos público-alvo da Educação Especial;
atribuição que me suscitou questionamentos e discordância.
Durante
minha atuação no centro especializado como professora do AEE notei a
importância da organização, observação e registro na minha rotina, o que foi
acrescentado pelo conteúdo ofertado na disciplina AEE deste curso, no momento
de estudo do caso Roberto e o plano de AEE.
É
fundamental para tal profissional levar em consideração todas as informações
oferecidas pelo contexto e pessoas as quais o aluno se relaciona, tornando o
estudo de caso uma etapa essencial para o conhecimento do ser ao qual haverá a
tentativa de auxílio no desenvolvimento da aprendizagem. O professor deve ficar
atento também as informações que não foram ditas, ainda mantêm-se ocultas, pois
o contexto dá uma ideia momentânea, o que não quer dizer ser permanente, como
também as pessoas descrevem situações e o outro a partir do seu olhar e crença
pessoal, fazendo-se necessário que o professor do AEE tenha um olhar e audição
sensível, com cautela no registro de tudo que vê, ouve e nas suas conclusões.
Estas o levarão a elaborar um plano de AEE, que é fundamental, primeiramente,
para sua organização pessoal, sendo possível registrar as possibilidades e
estratégias que objetivam o desenvolvimento da aprendizagem do aluno,
construindo uma linha de pensamento e intervenções no intuito de buscar formas
para o mesmo participar da rotina escolar sem que seja impedido por suas
limitações.
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Documento interessante: cheinho de informações teóricas e práticas sobre Educação Especial...
O texto, “A Alfabetização de crianças com deficiência: uma proposta inclusiva”, contido no Caderno de Educação Especial do Ministério de Educação de Brasília (2012), através de uma linguagem clara e objetiva, traz, além de informações teóricas e explicativas sobre as deficiências: motora, visual e auditiva, discussões e exemplificações práticas, com foco na alfabetização de crianças com tais limitações.
Chama à atenção por ser um texto voltado ao professor e a relação com o seu aluno que apresenta uma necessidade educacional especial, com direcionamento no ensino-aprendizagem, não apresentando receitas, mas oferecendo ao educador orientações básicas e estratégias para vencer as barreiras iniciais, como por exemplo, a comunicação.
É um texto que vale a pena ser lido e indicado, por ter uma discussão esclarecedora e prática, para os professores terem uma base de como poderá ocorrer o início e desenvolvimento da sua relação ensino-aprendizagem, com o seu aluno que apresenta uma necessidade educativa especial, e quem sabe obter as respostas para o tão e insistentemente questionamento: “Como ensinarei a uma criança com deficiência”?
REFERÊNCIA
Caderno de. Educação Especial. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Diretoria de Apoio à Gestão Educacional. Brasília 2012. Disponível em http://www.ufrb.edu.br/proext/index.php/documentos/doc_download/514-caderno-de-educacao-especial. Acesso em 16/05/2013.
| Caderno de Educação Especial (http://www.ufrb.edu.br/proext/index.php/documentos/doc_download/514-caderno-de-educacao-especial) |
Coleção "A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar"
Tal coletânea de livros, foi desenvolvida na versão 2010/2011, em uma parceria entre a Universidade Federal do Ceará e o MEC, que pode ser vista, seguindo os passos abaixo:
Acesse o site da SECADI: http://portal.mec.gov.br
Localize SECADI entre as secretarias listadas no lado direito do portal
Clique no botão PUBLICAÇÕES
Clique no link EDUCAÇÃO ESPECIAL
Encontrará vários materiais disponíveis, localize a Coleção "Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar".
Fasc_01 - A escola comum inclusiva
Fasc_02 - O AEE para alunos com Deficiência Intelectual
Fasc_03 - Os alunos com Deficiência Visual, Baixa Visão e Cegueira
Fasc_04 - Abordagem bilíngue na escolarização de pessoas com surdez
Fasc_05 - Surdocegueira e deficiência múltipla
Fasc_06 - Recursos Pedagógicos acessíveis e comunicação aumentativa
Fasc_07 - Orientação e mobilidade, adequação postural e acessibilidade
Fasc_08 - Livro acessível e informática acessível
Fasc_09 - Transtornos globais do desenvolvimento
Fasc_10 - Altas Habilidade e Superdotação
Acesse o site da SECADI: http://portal.mec.gov.br
Localize SECADI entre as secretarias listadas no lado direito do portal
Clique no botão PUBLICAÇÕES
Clique no link EDUCAÇÃO ESPECIAL
Encontrará vários materiais disponíveis, localize a Coleção "Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar".
Cada fascículo pode ser baixado no computador pessoal clicando sobre o mesmo com o botão direito do mouse e, depois, descompactando. Para descompactá-lo, localize o arquivo que foi baixado em seu computador (extensão.zip) e clique sobre o mesmo com o botão direito do mouse, opção EXTRAIR TUDO. Ao todo são 10 fascículos:
Fasc_02 - O AEE para alunos com Deficiência Intelectual
Fasc_03 - Os alunos com Deficiência Visual, Baixa Visão e Cegueira
Fasc_04 - Abordagem bilíngue na escolarização de pessoas com surdez
Fasc_05 - Surdocegueira e deficiência múltipla
Fasc_06 - Recursos Pedagógicos acessíveis e comunicação aumentativa
Fasc_07 - Orientação e mobilidade, adequação postural e acessibilidade
Fasc_08 - Livro acessível e informática acessível
Fasc_09 - Transtornos globais do desenvolvimento
Fasc_10 - Altas Habilidade e Superdotação
Documentos Legais que definem a Educação Especial
Conheça os Documentos Legais que definem a Educação Especial:
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